O labirinto da mente

O que dizes?

– Digo que fiz tudo isso de forma inconsciente!

E como podes, agora, estares ciente?

– Porque de tanto o inconsciente se repetir, a consciência quis abrir.

Oras! O que dizes?

– Pois. Assim foi. Vi muitas pessoas predadoras. Pareciam cheias de si. Donas de seu nariz. Porém, se por fora eram resistentes, por dentro, eram totalmente carentes. Elas vendem sonhos e projetos. Para não cair em tal ilusão, é necessário muita atenção.

Como?

– Cheias de si, parecem magistas e papagaios porque não param de se repetir. Quando percebi, o labirinto eu vi. O difícil foi descobrir que tudo isso também já estava dentro de mim.

Como em ti?

– No meu inconsciente. Se eu não o tivesse, não teria vivido tal estresse.

Ah, sim! Pois então fostes tu que o criaste?

– Não! Foi meu inconsciente. Mas, tudo bem! Porque agora que estou ciente, posso florescer a minha mente.

Como sabes que não-mentes?

– Porque o silêncio me tomou completamente. Nele, toda essa ilusão se dissolveu… e disso tudo, sobrou apenas Eu.

Imagem de capa: Viktor Gladkov/shutterstock

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Helena Cecília de Fraga Verhagen
Helena é jornalista de formação e escritora por intuição. Nasceu em São Paulo, viajou pelo mundo e agora parou em Lisboa. Em 2015 lançou seu primeiro livro "O Mundo é das Bem-Amadas" que trata sobre o amor-próprio e intuição. Vive a vida para contar histórias e escrever sobre autoconhecimento é sua grande paixão.