Recentemente a Netflix acrescentou ao seu catálogo um filme que certamente entrará para um dos mais vistos da semana na plataforma: O Castelo de Vidro.
Baseado no livro com o mesmo nome, o filme, lançado originalmente em 2017, e dirigido por Destin Daniel Cretton conta a história de verídica da jornalista Jeanette Walls.
Jeanette Walls narra em suas memórias a história de sua família boêmia, nômade, incomum e inconformista. Talvez influenciados pelo espírito libertário dos beats ou pela rebeldia dos anos sessenta, seus pais viajaram por diversas cidades americanas e chegaram a viver nas ruas como sem-teto. Evitando trabalhos convencionais, o pai vivia de expedientes enquanto a mãe, uma pintora amadora e amante das artes. Em seus relatos, Walls revela momentos de fome e desespero que parecem insuportáveis. No entanto, ela nunca recorre a explicações psicanalíticas ou sociais, nem se entrega ao sentimentalismo.
Ao contar sua história, Walls busca compreender um choque de ideais e gerações e acertar as contas com seu passado. Seu livro não é apenas um relato de uma infância de pobreza extrema, mas também aborda questões de grande importância, como a solidão e a incomunicabilidade entre as pessoas, bem como a busca por sonhos e projetos pessoais. Assim, a história da família de Walls, mesmo sendo singular em sua natureza, fala um pouco sobre todas as famílias, sonhos e experiências de vida. Em outras palavras, ela fala sobre todos nós.
Com um elenco que inclui Brie Larson, Woody Harrelson, Naomi Watts, o filme não só promete, mas também entrega aventura e emoção. É impossível passar indiferente a história de sobrevivência as cenas que incluem quebra de normas sociais, originalidade, arte e loucura.
‘Filha, a gente não tem dinheiro para o presente, mas escolhe uma estrela no céu e fica com ela pra toda a vida’. Todo mundo pode dar uma segunda chance à vida. Em suas memórias, a jornalista e escritora Jeannette Walls nos mostra, sem pieguices e respostas fáceis, que tudo na vida é mesmo relativo, que as adversidades podem ser vividas com leveza, somando aprendizado e grandeza à nossa biografia.
Ela foi musa de uma geração, sumiu dos holofotes e agora sua aparência voltou a…
Minha filha de 12 anos cortou o próprio cabelo para fazer uma peruca para uma…
Criei os 9 filhos da minha irmã depois que a polícia a declarou morta. Mas,…
No adeus ao meu marido, uma garota me entregou uma chave e uma verdade escondida…
Do galã que conquistou Hollywood nos anos 70 à lenda viva que abraça a vida…
Por Nara Rúbia Ribeiro, advogada especizada em Direito Médico e da Saúde Você conseguiu. Após uma…