Desde muito cedo nos ensinaram que devemos ser felizes a qualquer custo, sob qualquer circunstância e de qualquer forma. Devemos aceitar as próprias imperfeições e não se importar, sob hipótese alguma, com a opinião alheia. O problema é que a sociedade expõe algo bem contrário do que prega e, aceitar-se virou uma verdadeira afronta social.
Você é linda, mas precisa emagrecer. É estilosa, mas precisa alisar o cabelo. Tem uma pele perfeita, mas precisa passar por alguns procedimentos cirúrgicos. Hipocrisia à parte, a liberdade da autenticidade está dando lugar ao vício da beleza superficial.
Não discutimos aqui a questão da opção, da saúde ou da estética, até porque, cada um faz com o corpo o que bem entender. A discussão aqui é sobre a prisão psicológica que muitos se encontram em nome da tão sonhada “beleza artificial”.
Para começo de conversa, beleza e senso comum não caminham juntos. Não é a opinião alheia que define o que é belo e o que você deveria ser. O belo envolve tantas outras coisas, além da aparência, que o físico fica em segundo plano.
A leveza do sorrir, a sutileza dos gestos, a educação no tratar…é isso que constituiu o belo. A verdadeira beleza está no apaixonar-se pela essência todos os dias, em ter senso de humor nas pequenas coisas, em ter sede de vida a cada manhã. Em outras palavras: a beleza se constituiu no conjunto da essência e não na definição dos músculos.
Uma das mais belas (e reais) definições de beleza encontra-se nas palavras de Sêneca:
“uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas”.
Não há treino que substitua uma alma bonita. Não há cirurgia estética que substitua um jantar romântico. Não há drenagem linfática que substitua uma garrafa de vinho tomada a dois.
Seja fitness, seja doce, seja livre. Afinal, a beleza pode ser fundamental, mas vai muito além dos olhos…
Imagem de capa: CandyBox Images/shutterstock
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