Há certos assuntos que não costumam ser tratados abertamente em família por serem considerados tabus em nossa sociedade. Um desses tópicos polêmicos é a “virgindade”. Em pleno 2021, falar sobre sexualidade com os filhos ainda é algo muito difícil para muitos pais, o que faz com que meninos e meninas acabem sofrendo as consequências desastrosas da desinformação sobre o assunto. Mas, para Cayce LaCorte, mãe de cinco meninas, com idades entre 7 e 16 anos, abordar o assunto com as filhas não só é possível como necessário.
A maneira como Cayce educou suas filhas sobre o assunto pode parecer controversa para alguns, mas extremamente lúcida para outros. O fato é que, desde que ela compartilhou nas redes o seu relato, muitas pessoas passaram a reavaliar seus conceitos.
Tudo começou quando o influenciador Nevada Shareef quis compartilhar uma espécie de “desafio” em que cada pessoa poderia dizer “algo sobre a maneira como criou seus filhos que as pessoas acham estranho, mas que você acha que é saudável”.
Então Cayce gravou a si mesma explicando como educou suas filhas sobre “virgindade”. Em seu vídeo, ela explica que “ensinei minhas cinco filhas que a virgindade não existe. É um conceito patriarcal usado para controlar as mulheres e não tem outra utilidade a não ser fazer as mulheres se sentirem mal consigo mesmas.”
Além disso, acrescenta que o conceito de “perder” a virgindade “não muda o seu valor ou quem você é, nada faz por si. Sexo é importante, deveria ser importante sempre, mas na primeira vez não é tão especial, o conceito, tudo é tão ridículo”.
Ela chegou a brincar, dizendo que havia mães bravas com ela e avisando-a que as suas filhas podiam se tornar “promíscuas”, no que ela se defendeu dizendo que estava criando “pessoas boas, com valores claros, que tomam as suas próprias decisões e são decisões inteligentes”.
O vídeo viralizou imediatamente, atingindo 2,2 milhões visualizações. E causou tanto impacto que se formou um debate entre as mães na rede social. Na verdade, Cayce passou a responder aos questionamentos de diferentes usuários, aprofundando que o mais importante a se ensinar às filhas tinha a ver com consentimento, cuidado com as DST e autonomia sobre o próprio corpo.
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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Cayce LaCorte / BoredPanda.
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