Mulherada em cena! Cansada dos filmes em que a mulher – que está sempre em segundo plano – é o sexo frágil, mãe recatada, moça do lar, contida e dependente?
“Pois bem, segue uma listinha de filmes que fizemos em parceria com a Claro que está cheia de mulheres criativas, sonhadoras, resilientes e independentes – mulheres maravilha da vida real, representadas no cinema.”
Década de 50. Nise, vivida por Glória Pires, é uma psiquiatra brasileira idealista e dedicada que é encarregada de cuidar do setor de Terapia Ocupacional de um hospital Psiquiátrico do Rio de Janeiro. Isolada pelos profissionais da instituição, por ter pensamentos contrários aos tratamentos convencionais, a médica tenta dar andamento ao seu trabalho com ajuda da arte.
Val (Regina Casé) é uma pernambucana que mora e trabalha “tranquilamente”, como empregada, em uma casa em São Paulo, para dar melhores condições de vida à sua filha, que mora em seu estado de origem. Essa “tranquilidade” é perturbada quando a tal filha (Jéssica, interpretada por Camila Márdila) resolve passar uns dias em São Paulo para prestar vestibular.
Baseado em fatos reais, As Sufragistas conta (com um elenco de peso) a história do início da luta do movimento feminista e mostra um pouco do cenário – desigual e opressor – enfrentado pela mulher no início do século XX, na Inglaterra.
A história – também baseada em fatos reais – aqui é a de Katherine Johnson (Taraji Henson), uma brilhante matemática afroamericana que trabalha junto com suas amigas, Dorothy e Mary, colaborando para uma das maiores operações dos USA: o lançamento do astronauta John Glenn para a órbita da Terra. Apesar de brilhantes e talentosas, as moças têm de ralar muito para alcançarem seus objetivos, afinal, são todas mulheres negras em um cenário majoritariamente branco, masculino e preconceituoso.
Alice (Julianne Moore) é uma competente e renomada professora que vive uma vida confortável com seu marido, até o momento em que é diagnosticada com um raro tipo de Alzheimer. Diante da doença, Alice terá que modificar toda a sua rotina e se adaptar de todas as maneiras possíveis para não atrapalhar seus entes queridos, nem se esquecer de quem é.
Carol (Cate Blanchett) é uma mulher rica e elegante cujo casamento está com os dias contados. Ao sair para comprar um presente para sua filha, Carol conhece Therese (Rooney Mara) e as duas iniciam um romance que trará repercussões tanto na vida de Carol como mãe, quanto na vida de Therese, que terá que enfrentar a todos para poder viver tal romance em plena década de 50.
Frances é a chamada anti-heroína. Sonhadora, idealista e sempre de bom-humor, a jovem almeja viver da dança. A vida, porém, mostra-lhe que não é bem assim. A juventude independente tem suas pedras no caminho e Frances é obrigada a confrontar todas elas enquanto assiste seus amigos crescerem na vida.
Veja também:
O filme conta um pouco da história da famigerada Frida Kahlo (Salma Hayek), renomada pintora e inspiração para o movimento feminista. Frida que, em sua juventude, sofreu um acidente que lhe rendeu dores e dificuldades físicas até o fim da vida, enfrentou também o machismo em seu ramo e a montanha russa que era o seu romance com o pintor Diego Rivera.
Clara (Sônia Braga), de 65 anos, é uma escritora e crítica de música que mora sozinha em um apartamento em Boa Viagem, em um edifício chamado Aquarius. Seu cotidiano é perturbado quando uma construtora resolve comprar todos os apartamentos do prédio para colocar em prática um novo projeto. Muito apegada à história e aos afetos que seu apartamento carrega, Clara entra numa guerra fria contra a construtora e seus sócios.
Após seu divórcio, Josey Aimes (Charlize Theron) volta à sua cidade natal em busca de um emprego e de uma vida mais estável. Mãe solteira, Josey se vê obrigada a trabalhar nas minas de ferro, maior fonte de renda da cidade e ramo que oferece também os cargos mais bem pagos. O trabalho exige força e determinação, mas o que começa de fato a lhe incomodar é o assédio constante dos homens com quem trabalha.
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