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Ela morreu por 24 minutos e sobreviveu: o que contou vai deixar qualquer um arrepiado

Quando o coração de Lauren Canaday parou em casa, o relógio virou o principal inimigo. O marido ouviu a queda, ligou para a emergência e começou a fazer compressões torácicas.

Foram 24 minutos até os paramédicos conseguirem trazê-la de volta — um tempo que, em regra, reduz drasticamente a chance de sobreviver sem sequelas neurológicas.

Reanimada, Lauren passou dois dias em coma. Ao despertar, a desorientação foi total: tubo de respiração, lacunas de memória e a sensação de que faltavam peças na história recente.

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Pela avaliação médica, porém, veio a surpresa: ressonâncias sem lesões aparentes e EEG normal, apesar de um episódio de convulsões prolongadas logo após a ressuscitação. Ela recebeu alta da UTI cognitivamente intacta — um desfecho raro para um período tão longo de parada.

Na reconstrução do caso que ela própria publicou nas redes, Lauren contou que testou positivo para COVID durante a internação e relatou o papel decisivo do marido, que iniciou a RCP até a chegada dos socorristas poucos minutos depois. O relato foi feito em um AMA (“Pergunte-me qualquer coisa”) no Reddit, onde ela também compartilhou detalhes do atendimento e da recuperação.

O que ficou nítido para ela não foi uma cena completa, mas um sentimento: uma paz intensa, descrita como serenidade absoluta, que permaneceu por semanas na recuperação e que, segundo Lauren, ela chegou a “sentir falta” depois.

Essa memória emocional contrasta com o vazio de lembranças dos dias anteriores ao evento e do período em terapia intensiva.

A etapa seguinte foi menos cinematográfica e mais humana: culpa, confusão e luto pelo que mudou. Lauren se afastou do trabalho, iniciou psicoterapia semanal, procurou grupos de sobreviventes e começou uma newsletter para organizar as ideias e se conectar com quem viveu experiências parecidas — uma comunidade que ela credita como vital para não desabar.

No AMA, Lauren também deixou um recado prático: tempo conta. Aprender RCP, saber usar um desfibrilador e reconhecer uma parada cardíaca podem ser o fio entre um final trágico e uma segunda chance — a dela começou com dois ou três minutos de resposta dentro de casa e a chegada rápida dos paramédicos.

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Gabriel Pietro

Gabriel Pietro tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 12 mil textos assinados até aqui.

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