curiosidades

Ela morreu por 24 minutos e sobreviveu: o que contou vai deixar qualquer um arrepiado

Quando o coração de Lauren Canaday parou em casa, o relógio virou o principal inimigo. O marido ouviu a queda, ligou para a emergência e começou a fazer compressões torácicas.

Foram 24 minutos até os paramédicos conseguirem trazê-la de volta — um tempo que, em regra, reduz drasticamente a chance de sobreviver sem sequelas neurológicas.

Reanimada, Lauren passou dois dias em coma. Ao despertar, a desorientação foi total: tubo de respiração, lacunas de memória e a sensação de que faltavam peças na história recente.

Leia tambémProibição das unhas em gel começou em setembro e pode mudar o mercado de beleza para sempre

Pela avaliação médica, porém, veio a surpresa: ressonâncias sem lesões aparentes e EEG normal, apesar de um episódio de convulsões prolongadas logo após a ressuscitação. Ela recebeu alta da UTI cognitivamente intacta — um desfecho raro para um período tão longo de parada.

Na reconstrução do caso que ela própria publicou nas redes, Lauren contou que testou positivo para COVID durante a internação e relatou o papel decisivo do marido, que iniciou a RCP até a chegada dos socorristas poucos minutos depois. O relato foi feito em um AMA (“Pergunte-me qualquer coisa”) no Reddit, onde ela também compartilhou detalhes do atendimento e da recuperação.

O que ficou nítido para ela não foi uma cena completa, mas um sentimento: uma paz intensa, descrita como serenidade absoluta, que permaneceu por semanas na recuperação e que, segundo Lauren, ela chegou a “sentir falta” depois.

Essa memória emocional contrasta com o vazio de lembranças dos dias anteriores ao evento e do período em terapia intensiva.

A etapa seguinte foi menos cinematográfica e mais humana: culpa, confusão e luto pelo que mudou. Lauren se afastou do trabalho, iniciou psicoterapia semanal, procurou grupos de sobreviventes e começou uma newsletter para organizar as ideias e se conectar com quem viveu experiências parecidas — uma comunidade que ela credita como vital para não desabar.

No AMA, Lauren também deixou um recado prático: tempo conta. Aprender RCP, saber usar um desfibrilador e reconhecer uma parada cardíaca podem ser o fio entre um final trágico e uma segunda chance — a dela começou com dois ou três minutos de resposta dentro de casa e a chegada rápida dos paramédicos.

Leia também: Portugal e médicos em choque: acidente do bondinho tem reviravolta com vítima antes dada como morta

Compartilhe o post com seus amigos! 😉

Gabriel Pietro

Redator com mais de uma década de experiência.

Recent Posts

Você sente um vazio estranho mesmo quando ‘está tudo bem’? Psicóloga explica o motivo e como pedir ajuda

Psicóloga faz alerta sobre o vazio que muitas mulheres sentem e não comentam

2 dias ago

Se seu parceiro diz essas 5 frases típicas, psicóloga alerta: o amor pode ter acabado

Psicóloga revela as 5 frases típicas ditas por quem não ama mais o parceiro

2 dias ago

Vai costuma ir ao salão de beleza? Atenção a esse perigo que quase ninguém comenta (e pode afetar seu fígado)

Milhares fazem isso no salão toda semana sem saber do risco MUITO grave envolvido

3 dias ago

Enterrar pets no jazigo da família? Nova lei em SP libera; veja quem pode e quando chega a outros estados

Agora é lei em SP: pets poderão ser enterrados no jazigo da família; entenda as…

3 dias ago

Psicóloga Josie Conti explica: o que quase ninguém fala sobre começar psicoterapia

Existe um momento silencioso, pouco comentado, em que uma pessoa percebe que talvez não consiga…

3 dias ago