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“Desesperado”: Trabalhor que estava pendurado em prédio tem corda cortada por morador

No último dia 14 de março, um caso chocante ocorreu no bairro Água Verde, em Curitiba (PR), quando um morador de um edifício na cobertura, identificado como Raul Ferreira Pelegrin, cortou a corda que segurava um trabalhador que realizava a limpeza do prédio. A vítima, identificada como Mayk, caiu de uma altura de 18 metros, porém, graças aos dispositivos de segurança, sobreviveu ao ocorrido.

Mayk, em uma entrevista concedida em um programa de auditório da TV Globo, descreveu os momentos de terror: “Foi tudo muito rápido, mas com o treinamento que a empresa passou para a gente, eu logo fiz um desvio de corda e fiquei preso pela ‘linha de vida’ e pela trava-queda e continuei minha descida.” Mayk, visivelmente abalado, expressou sua perplexidade diante do ataque: “Não entendi porque ele fez isso. Para mim, ele simplesmente cortou a minha corda sem motivo nenhum. Como que um cara faz uma coisa dessa?”

Foto: Reprodução/Redes Sociais

De acordo com o portal Metrópoles, o supervisor de Mayk presenciou o ataque e confirmou as informações ditas pelo funcionário. “Fiquei sem reação nenhuma. Não entendi porque ele fez isso. Para mim, ele simplesmente cortou a minha corda sem motivo nenhum. Como que um cara faz uma coisa dessa?”, relatou Mayk, ainda incrédulo com o ocorrido.

A polícia foi acionada e, após arrombar a porta do apartamento de Raul Ferreira Pelegrin, encontrou-o no local juntamente com a faca utilizada no crime e um pedaço da corda. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) destacou que a sobrevivência de Mayk se deveu a um dispositivo de segurança conhecido como “trava-quedas”, que impediu uma queda fatal. “Mayk apenas sobreviveu por conta de um dispositivo chamado ‘trava-quedas’”, afirmou o MP-PR.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Segundo os advogados da vítima, o agressor tentou cortar também a “linha de vida”, porém, sem sucesso, uma vez que o material do cordão é mais resistente. A defesa de Raul Ferreira Pelegrin solicitou sua soltura mediante alegações de dependência química e a intenção de encaminhá-lo para uma clínica de tratamento. No entanto, o pedido foi recusado e Pelegrin permanece detido preventivamente na Cadeia Pública de Curitiba.

 

 

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