Como o sangue, corremos dentro dos corpos no momento em que abismos os puxam e devoram. Atravessamos cada ramo das árvores interiores que crescem do peito e se estendem pelos braços, pelas pernas, pelos olhares. As raízes agarram-se ao coração e nós cobrimos cada dedo fino dessas raízes que se fecham e apertam e esmagam essa pedra de fogo.
Como sangue, somos lágrimas. Como sangue, existimos dentro dos gestos. As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos. E somos o vento, os caminhos do vento sobre os rostos. O vento dentro da escuridão como o único objecto que pode ser tocado. Debaixo da pele, envolvemos as memórias, as ideias, a esperança e o desencanto.
José Luís Peixoto, in ‘Antídoto’
Episódio especial de Natal de “Chaves” nunca tinha passado na TV aberta (até ontem!) —…
⚠️ Após polêmica, SBT trocou Zezé por Chaves de última hora — e o Ibope…
"Dizem que sou uma vergonha para os católicos” 😢
Você não vai acreditar na justificativa que Dom Odilo deu sobre o caso 😒
Você não vai acreditar no montante que o cantor pode perder na Justiça 😱
Especial de Natal de Zezé Di Camargo vira dor de cabeça e SBT toma decisão…