Atualidades

CNH gratuita é liberada em novos estados para mulheres com mais de 18 anos tirarem carteira sem custo!

Para muita gente, dirigir é porta de entrada para trabalho e autonomia. Vários estados abriram vagas da CNH Social voltadas a mulheres de baixa renda, cobrindo todas as etapas da habilitação — dos exames às aulas e emissão do documento.

A medida dialoga com o objetivo federal de ampliar empregabilidade e mobilidade para quem depende do transporte como fonte de renda.

A base legal veio com a Lei nº 15.153/2025, que permite usar parte das multas de trânsito para custear a formação de condutoras de baixa renda.

Quem pode se inscrever

  1. Idade: a partir de 18 anos.
  2. Cadastro: estar no CadÚnico.
  3. Renda: até meio salário mínimo por pessoa (hoje, R$ 706 por integrante da família).
    Se ainda não estiver no CadÚnico, o registro é presencial no CRAS mais próximo.

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O que a CNH Social paga

A gratuidade cobre exames médicos e psicológicos, aulas teóricas e práticas, taxas de prova (inclusive segunda tentativa) e a emissão da CNH.

A prioridade costuma ser para as categorias A (moto) e B (carro); alguns estados incluem C, D ou E, conforme regra local.

Como participar, na prática

Apesar da autorização federal, cada Detran estadual define critérios, prazos e número de vagas. O caminho é acompanhar os editais no site oficial do seu Detran e nos canais do governo estadual, fazer a inscrição on-line e enviar os documentos solicitados.

Estados como Pernambuco, Ceará, Espírito Santo e Goiás já mantêm programas ativos e abrem chamadas com frequência.

Pontas para não perder a vaga

  1. Atualize o CadÚnico antes de se inscrever.
  2. Guarde comprovantes de renda e residência digitalizados.
  3. Leia o edital: prazos, etapas e documentos variam por estado.
  4. Se o objetivo for trabalho, verifique se há trilhas para categorias profissionais (C/D/E).

Por que isso importa

A CNH obtida pelo programa tem a mesma validade da carteira paga e pode ser utilizada profissionalmente, respeitados os requisitos legais.

O efeito esperado é abrir frente de trabalho em transporte de passageiros, entregas, atividades rurais e deslocamentos em áreas com transporte público escasso.

Hoje, o Brasil já conta com mais de 25,6 milhões de mulheres habilitadas; a tendência é de crescimento entre quem está em vulnerabilidade e via de regra era barrada pelo custo do processo.

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Gabriel Pietro

Redator com mais de uma década de experiência.

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