Se as pessoas não tivessem nenhuma ansiedade, o mais provável é que ainda estivéssemos vivendo na selva primitiva: essa inquietação nos move.
Não teremos sucesso se quisermos nos livrar completamente da ansiedade: penso que ela deve ser tratada como uma parceira e não como inimiga.
Em intensidade muito forte, a ansiedade se torna paralisante e prejudicial. Nesse caso, é necessário tratar de diminuir seu efeito nocivo.
Ansiedade muito baixa paralisa. Ansiedade em intensidade intermediária é motor de ação e criatividade. Se muito intensa, volta a paralisar.
Pessoas perfeccionistas costumam desenvolver uma enorme ansiedade diante dos seus afazeres, até os mais corriqueiros: tornam-se improdutivas.
A ansiedade exagerada que se acopla à realização das tarefas busca atingir resultados impecáveis; no fim, a produção é menor e não tão boa!
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– Considerações feitas pelo Dr. Flávio em jan/2015: https://bit.ly/2tXfwFC
– Livro relacionado: “Nós, os humanos”
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