Por Renato Batista Caetano
Fitava-se então o escárnio, sorridente que queria a todo custo me julgar.
Esse corpo de pólvora, esse amor asmático, esse olhar fadado que muito antes da indagação do medo, já havia por destruir os meus muros.
Há então facilmente, um poema sedado sobre as prateleiras na categoria da subserviência dos restos e maltrapilhos, de verbos pretéritos, que condenam o óbvio estampado em minha face de desolação.
Vago, estático e impronunciável… Assim foi desde o alvorecer da manha até o choro rangido da lua que arranhava minha garganta.
O gole não compensa, o trago desvanece meu ser, mas onde haverá agora a dissipação da raiva? Meu nome mudou, parece algo entre o rancor e a revolta agora, pela conta da ilusão, do inferno que habita em meus lábios, da ridícula confiança traída, do desaparecer da jura fiel.
Limitado, basta agora o tempo revelar ao fim da lida, ao acaso do erro, ao momento sóbrio, quem beberá da amargura e da chuva dos olhos.
Gostou? Compartilhe!
Existe um momento silencioso, pouco comentado, em que uma pessoa percebe que talvez não consiga…
Existe uma ideia muito comum — e silenciosamente cruel — de que sofrimento emocional melhora…
psicólogo online fim de semana, terapia online fim de semana, atendimento psicológico fim de semana,…
Nem todo sofrimento emocional surge em horários previsíveis. Muitas pessoas relatam que os momentos mais…
Há momentos em que o sofrimento emocional não aparece de forma gradual. Ele chega intenso,…
O atendimento psicológico imediato é uma modalidade de cuidado emocional voltada para momentos em que…