Simples assim…

Imagem: Bogdan Sonjachnyj/Shutterstock

A vida é muito curta para gastarmos tempo e energia com o que não vá nos acrescentar, nos fazer alegres, nos tornar leves, nos levar para a frente…

Muito mais vale a paz de espírito e a consciência de estar fazendo o melhor que se pode!

Viver bem é simples
Nós é que complicamos demais
Geralmente sob o pretexto de buscar a tão idealizada felicidade
Criamos necessidades inócuas
Pensamos demais, preocupamo-nos com coisas sem importância
E deixamos passar batido momentos preciosos…

Nessa vida, o que marca de verdade são os momentos de leveza
De sentimentos trocados, de alegrias compartilhadas
De simplicidade maravilhosamente descoberta…
Então, não vale a pena o perfeccionismo
Não vale a pena gastar energia tentando ter o controle de tudo, o tempo inteiro
Não vale a pena ser rude para tentar corrigir os outros (cada um só muda se e quando quiser)
Não faz sentido ficar de cara fechada, com mau humor, destilando azedume…

Pouco adianta os outros reconhecerem que temos razão (basta nós próprios sabermos que a temos!)
Não vale a pena nos esforçarmos para expormos nosso ponto de vista onde não o querem saber
Para nada serve nos desgastarmos sentindo raiva da corrupção, da miséria mundial, dos criminosos, etc. (nada, absolutamente, vai mudar pelo nosso íntimo sentimento)

Também não percamos sono tentando imaginar o que os outros pensam sobre nós (esse é um problema exclusivamente deles!)…
Falando nisso, pensar demais faz mal
Criamos fantasmas que não existem, situações complexas apenas imaginárias
Sendo que não precisamos ficar “matutando”, quando estamos certos dos nossos propósitos…

Os pequenos contratempos do dia a dia não são dignos da nossa atenção
Discussões, dificuldades, pessoas difíceis
Nada disso merece o investimento do nosso precioso tempo…
A vida é muito curta para gastarmos energia com nada que não vá nos acrescentar, nos fazer alegres, nos tornar leves, nos levar para a frente

Muito mais vale a paz de espírito e a consciência de estar fazendo o melhor que se pode!
Chega uma hora em que percebemos que certas posturas fazem mal, sobretudo, para nós mesmos
Sentimentos ruins intoxicam a nossa alma
E dá muito trabalho consertar isso depois…

Felizmente, temos o supremo controle sobre como vamos nos sentir
Mesmo que ainda não tenhamos nos dado conta, o modo como lidamos com o estresse, os problemas mundanos, as atitudes dos outros e os nossos próprios sentimentos pode ser por nós escolhido!
As pessoas só nos atingem até onde permitimos

Não que vá alterar os fatos em si, mas saber que, apesar de qualquer coisa, permaneceremos pra cima, já é razão mais do que suficiente para alterarmos nossa postura…
Vamos reassumir o comando sobre nós!
E sair da maré de gente descrente, reclamona, pessimista e revoltada
Nossa saúde (física e mental) agradece!

Respirar fundo periodicamente
Praticar o desapego
Buscar constantemente se autoconhecer e se amar
Permitir que os pensamentos confusos vão embora com a mesma rapidez com que chegaram
Acreditar no comando divino, abandonando a ansiedade e a expectativa

Desistir de tentar moldar as pessoas à nossa maneira
Abrir mão do controle, do planejamento e da perfeição
Não sofrer por problemas que não podemos resolver…
Desarmar-se, simplesmente
De pré-conceitos, de certezas inúteis
Dos medos que nos impedem de tentar coisas novas
De sustentarmos um personagem…

Desistir de ser implacável, assertivo e controlador
De programar o futuro, de não ter dúvidas
De impor qualquer coisa, a qualquer pessoa ou a qualquer custo
O mundo não está contra nós, não há do que nos defendermos!
Podemos baixar a guarda
Entregar-nos, simplesmente, certos de que a nossa parte está sendo feita

Sem dúvida nos trará uma paz interior imensurável
Nos tirará dos ombros fardos que não temos que carregar
E permitirá o fluxo inteligente da vida…

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Susiane Canal
“Servidora Pública da área jurídica, porém estudante das questões da alma. Inquieta e sonhadora por natureza, acha a zona de conforto nada confortável. Ao perder-se nas palavras, busca encontrar um sentido para sua existência...”

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