Que o mundo nunca se esqueça de Mandela, o pai da liberdade!

“Penso que a essência, a luz de um grande espírito se expande no tempo e nos inunda os espaços. Uma grande alma nunca finda.

Sempre digo que o que diferencia um ser iluminado dos demais humanos é basicamente isso: a grandeza, o sucesso de um indivíduo de alma opaca pode produzir em nós até alguma admiração, mas faz com que dimensionemos a nossa pequenez.

A alma iluminada, como a de Mandela, não. Mandela não nos faz lembrar do quão pequenos somos, ele nos faz enxergar o que seremos, ele amplia nosso horizonte interior de modo que passamos a acreditar em nós mesmos.” 

Nara Rúbia Ribeiro

Nota da CONTI outra: A homenagem que aparece no vídeo foi realizada pelo coro musical Soweto Gospel Choir, da África do Sul em  07 de dezembro de 2013, alguns dias após o seu falecimento. O tributo, realizado em forma de flasmob, trouxe os músicos vestidos como funcionários de um supermercado em Soweto. A canção “Asimbonanga” do músico sul-africano Johnny Claggna foi escrita na década de 70 quando Mandela ainda estava preso. A letra diz: “Não vimos ele/ Não vimos Mandela/ No lugar onde ele está/ No lugar onde ele é mantido”. (Fonte: Pragmatismo político)

Nara Rúbia Ribeiro: colunista CONTI outra

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Escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
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Escritora, advogada e professora universitária.