O nascimento do novo homem

O verbo “TO BE” em inglês significa ser e estar, logo quando eu digo I am passo a ideia de que sou e/ou estou em algum lugar, que remete a um objetivo – IAM =AIM que é objetivo em inglês.
Mas quantos de nós podemos pronunciar de fato “I am”???

Penso que cada ser humano é parte de um todo e o que fazemos individualmente afeta todos, incluindo nosso planeta que também é um ser vivo, e porque não dizer todo cosmo. Como diziam os membros da ordem Jedi de Guerra nas Estrelas “a força” permeia tudo e por conta disso os mais treinados percebiam sua vibração para o bem ou para o mal.

Diante disso, como você se situa na vida? Continua sendo parteiro de si mesmo preparando novos nascimentos, expandindo a consciência na medida em que o tempo passa? Já parou para pensar que é preciso apaixonar-se por você enquanto é hoje? Que o melhor que você tem a fazer é gastar bem essa vida e cada vez mais pronunciar que você é, que você está, que você é o único responsável por tudo que acontece a sua volta, que suas escolhas é que vão determinar o mundo dos eventos?

Se você desejar um reino, um reino lhe será dado, portanto, o seu “SER” deve estar preparado para isso, caso contrário você não conseguirá manter esse reino (seja ele de que tamanho for). E aqui estou me referindo a um reino interior e não o que o mundo chama de sucesso, estou falando de “Sonho”onde todas as coisas são possíveis, onde uma melhora ínfima no seu “SER” provoca uma revolução no mundo dos eventos.

Gosto muito dessa belíssima e instigante obra de arte chamada “Criança Geopolítica observando o nascimento do homem novo”, datada de 1943, de Salvador Dali.

Tanto a obra, quanto o nome escolhido me trazem mensagens profundas e uma das interpretações possíveis segundo minha ótica é a seguinte:

De um lado a criança geopolítica que está dentro de cada um de nós, representando a humanidade ainda infantil totalmente voltada para o exterior, perdida, sem saber seu propósito, observando e aguardando o nascimento de uma nova era, de um mundo mais justo e próspero onde todos estarão inclusos, fazendo parte e contribuindo para o aumento do poder da força no conceito da ordem Jedi de Guerra nas Estrelas.

Do outro lado observamos o “Homem Novo” sendo o parteiro de si mesmo ao ter que se esforçar para nascer, expandir a consciência, assumir uma identidade, uma responsabilidade que é individual e intransferível que de fato nos levará a conquistar um estado de evolução nunca experimentado até então.

O que mais você vê nessa obra? Como você sente ao olhar para ela?
Participe colocando suas ideias e observações!

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José Sérgio dos Prazeres
Administrador de empresas e de mim mesmo. Como bom mineiro “Eu Caçador de mim”.

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