13 coisas que você não pode deixar de experimentar

Então eu, com a mania das minhas incontáveis listas, resolvi agora listar 13 coisas que você não pode deixar de experimentar antes de se mandar daqui, desse mundo louco. Geralmente as listas contém 10 coisas, mas como estou do contra hoje , resolvi postar 13. E, olha que hoje nem é sexta-feira 13, nem sexta é. Bem lá vai…

  • Uma paixão daquelas de tirar o fôlego, que faz a gente tremer por dentro quando encontra a pessoa, que faz o pensamento virar monotemático e que faz a gente querer tudo pra ontem, porque na paixão, o futuro é muito distante. Então, vive-se o hoje, intensamente;
  • Uma amizade sincera e duradoura, daquelas que basta um olhar para que os dois amigos se entendam; onde os defeitos de um e de outro são motivo de piada e as qualidades, os motivos pra quererem estar juntos; daquelas com mil histórias pra contar e muitas risadas, frutos de piadinhas internas que só os dois compreendem; daquelas que você sabe que é para sempre e que pode contar enquanto essa vida louca durar;
  • O amor incondicional de um animalzinho de estimação, não importa se é gato, cachorro ou qualquer outro bicho, o que vale aqui é receber um carinho despretensioso; é ter certeza de que ele estará ao seu lado, independente do seu bom ou mau humor e que vai te ensinar que o amor é, sim, capaz de tudo suportar; que vai ouvir as suas lamúrias e aturar suas esquisitices, simplesmente, porque é assim que você é e eles adotaram você assim mesmo (sempre achei que os animais escolhem os donos e não o inverso) por isso não há expectativas e cobranças, somente o amor na sua mais pura e sincera expressão;
  • O medo de perder alguém querido. Seja por morte, doença ou simplesmente porque ele pode não estar mais lá. Isso nos dá a perfeita perspectiva das coisas, da impermanência da vida, de como temos que valorizar quem amamos enquanto é tempo. E, também , por que não? Afinal, quem disse que eu só listara coisas boas?
  • A doce e reconfortante sensação do perdão. Isso mesmo. Perdoar alguém é algo mesmo divino. Quando somos capazes do perdão genuíno, aquele que apaga as mágoas e deixa o coração mais leve, experimentamos algo capaz de nos devolver a paz roubada pelo ressentimento e vivenciar uma leveza de que poucos são capazes. Vale a pena tentar;
  • O amor por um filho. Não importa aqui de onde ou como ele veio. Importa é você senti-lo como seu e ser tomado por um querer bem que ultrapassa todo entendimento. Este pode ser o sentimento mais poderoso que irá experimentar. Um amor inexplicável e capaz de tudo, tudo mesmo;
  • A sensação de ultrapassar um grande obstáculo. Seja a conquista do tão almejado emprego, ver seu nome na lista dos aprovados para o vestibular (na minha época isso ainda era um grande obstáculo), superar uma limitação ou vencer uma doença grave. Com certeza você terá inúmeros outros para acrescentar a esta lista. Não importa o que seja, mas que você possa se sentir um vencedor em algum momento e que isso sirva de combustível para seguir em frente e, melhor, acreditando ainda mais em você;
  • Vivenciar alguma séria dificuldade. Pode ser de qualquer tipo, desde que seja algo realmente importante. Isso te dará um olhar mais amadurecido sobre as coisas da vida e lhe ajudará a não fazer tanta tempestade em copo d’água. Sinceramente acredito que a falta de problemas sérios abre espaço para pitis desnecessários e para o famoso “procurar pêlo em ovo”, ou seja, criar problemas onde não se tem, o que, pra alguns , corre o risco de se tornar um vício e diga-se de passagem, além de ser perda de tempo, é muito chato;
  • Ajudar alguém que precisa. De fato ajudar ao outro pode ser uma das melhores sensações da vida. O que, num primeiro momento, pode até parecer piegas, e é. Mas é isso mesmo. Ajudar ao outro nos faz sentir necessários ou, ao menos, importantes naquele momento. Além disso, te fará grato pelo que tem e tornará possível se colocar no lugar do outro, exercício que, a meu ver,  deve ser praticado sempre, não só para ampliar a nossa capacidade de compreensão, mas também para que possamos aprender com as diferenças;
  • Viajar, viajar muito. Não somente pra conhecer lugares, pessoas e culturas diferentes, mas pra conhecer melhor a nós mesmos, pois quando estamos longe de casa, na nossa zona de conforto e enfrentando algumas dificuldades temos a oportunidade de ampliar a nossa percepção e melhorar enquanto pessoas.
  • Enfrentar um medo. Medos, todos nós temos e alguns nos acompanham para sempre, mas quem teve a sorte de poder superar um medo, sabe do que eu estou falando. O medo paralisa e nos faz desistir de coisas que jamais saberemos se dariam certo ou não. Ele trava o riso, enrijece o corpo, nos coloca na defensiva. Tudo bem que o medo pode ser providencial e nos livrar mesmo de algum perigo, mas há medos e medos, alguns são pra proteger e outros pra nos impedir de crescer. Estes, sim, devem ser superados, sempre que possível. Vale a pena tentar;
  • Se dedicar a uma causa. Pode ser qualquer uma, pelos animais, pelas crianças, pela paz mundial ou até pela substituição do síndico do seu prédio. Envolver-se em um projeto e dedicar-se a uma causa ajuda, não só ao objeto do seu intento (no caso do síndico, atrapalha né?), mas te dá uma sensação de empoderamento, de se sentir necessário e fazendo algo que tenha valor, além de encontrar, no caminho, alguns adeptos à sua causa e chegar a realizar, nem que seja aos poucos, devagar  e sem pressa, coisas grandiosas;
  • A fé em Deus. Isso, mesmo, a fé em Deus. Independente de como você o conceba, mas que você possa crer que há algo maior do que tudo e que você não está e nunca estará sozinho. Que você possa descobrir isso o quanto antes, mas que se assim não o for, que você tenha ao menos um contato genuíno com Deus, nem que seja na hora de partir, nem que seja só para compreender o porquê de você ter tido a oportunidade de experimentar tudo isso, nem que seja pra agradecer e dizer que valeu a pena.
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Adriane Sabroza
Psicoterapeuta por paixão e opção, mãe de três meninas lindas, minha maior realização e, nas horas vagas, aprendiz de escritora, sem nenhuma pretensão.



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